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Ao longo do seu ciclo produtivo, desde a origem das matérias-primas à colocação da placa de gesso em obra, a Gyptec Ibérica contribui para o desenvolvimento sustentável, tendo sempre como premissa a defesa do meio ambiente.

O gesso FGD, produzido e controlado pelas centrais termoeléctricas, é formado segundo os mesmos processos que o gesso natural, mas através de uma reacção acelerada que dura apenas poucas horas.

Neste processo, designado por dessulfurização, há remoção de enxofre (SO2) proveniente da queima de carvão nas centrais termoeléctricas, cujas emissões ascendem a 200 milhões de toneladas/ano a nível mundial, utilizando para o efeito materiais absorventes à base de cálcio e gerando gesso como subproduto, também designado por gesso FGD (flue gas desulphurisation).

A utilização de gesso FGD permite não só reduzir as emissões de SO2, beneficiando a qualidade do ar, como também valorizar o subproduto obtido, evitando os impactes ambientais associados à sua deposição em aterro e à extracção de gesso de origem mineral, um recurso natural não renovável.

Este tipo de gesso é usado na fabricação de placas de gesso há mais de 30 anos, sendo que actualmente cerca de metade do gesso utilizado por todas as marcas líder, nomeadamente na América do Norte e na Europa, é gesso FGD. À semelhança do gesso natural, tem como composição química o sulfato de cálcio di-hidratado (CaSO4.2H2O). O gesso FGD tem uma maior pureza (conteúdo de gesso superior a 96%) que o gesso natural (80%). Tanto o natural como o gesso sintético são usados na produção de placas de gesso, e são ambos classificados como não perigosos de acordo com o regulamento CE n.º 1272/2008 (CLP) de 16 de Dezembro de 2008).

O gesso com que se fabricam as placas de gesso Gyptec, dispõe do Registo REACH (à semelhança do gesso natural), da Agência Europeia das Substâncias Químicas ECHA (European Chemicals Agency), com número 01-2119444918-26-0096. Dando cumprimento ao disposto no Regulamento n° 1907/2006 (Regulamento REACH), no que respeita à obrigatoriedade do registo das substâncias químicas, a EDP Produção, produtora do gesso FDG utilizado pela Gyptec Ibérica, detém o Registo do gesso FGD no âmbito do Regulamento REACH, o que quer dizer que se trata de um gesso que está em conformidade com o (n.º 2 do) Artigo 20 do Regulamento REACH e, de acordo com a ECHA (European Chemicals Agency), pode ser fabricado. Para poder ser comercializado, a qualidade do produto gesso FGD tem obrigatoriamente de estar de acordo com VGB Instruction Sheet "Analysis of FGDP Gypsum".

A Gyptec Ibérica é membro da EUROGYPSUM (European federation of national associations of gypsum products manufacturers), defensora da utilização do gesso FGD como uma prática sustentável no desenvolvimento de produtos para a construção. A Eurogypsum recomenda a utilização do gesso FGD em substituição do gesso natural, de modo a diminuir a pressão sobre os recursos naturais.

A Gyptec Ibérica responde a entidades certificadoras que reforçam a garantia e o controlo de todos os produtos, desde a sua origem.

A Gyptec Ibérica, é fabricante de placas de gesso segundo a norma europeia EN 520:2004+A1:2009 Gypsum plaster boards. Definitions, requirements and test methods e de placas compostas de gesso com isolamento térmico e acústico de acordo com as normas europeias EN 13950:2005 Gypsum plasterboard thermal/ acoustic insulation composite panels. Definitions, requirements and test methods e EN 14190:2005 Gypsum plasterboard for reprocessing. Definitions, requirements and test methods, com o Sistema de Gestão de Qualidade certificado pela AENOR e Certificado [N] AENOR de Produto. Esta classificação é a mesma obtida por outros fabricantes de placas de gesso a actuar no mercado ibérico.

 
 
 

 

 

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